Oi, Blog.
Andei sumida por uns dias e sei que você sentiu minha falta. Sabe, Blog Invisível, eu andava meio sem ideias para escrever e ainda juntou um problema de saúde na família... Enfim, tive uma ideia para um post. Não sei se você vai concordar comigo, querido Blog, mas andei pensando na preciosidade das lembranças.Claro que viver de passado e se apegar às lembranças como se não existisse presente é altamente prejudicial, só que tem lembranças que são boas e valem a pena recordar.
Minhas lembranças são preciosas para mim. Estes dias eu estava me lembrando do meu primeiro emprego, sem ser estágio, e da minha primeira confraternização com os colegas de trabalho. Tínhamos combinado de ir a uma pizzaria, eu queria me sentir bonita, então eu me arrumei bem, fiz uma bela maquiagem, coloquei minha única blusa de seda e fui. Quando me encontrei com os colegas vi que estavam todos vestidos com os trajes cotidianos, e eu havia me arrumado demais, fiquei envergonhada. Resolvi tirar meus brincos e guardá-los na minha bolsa, daí, me senti um pouco melhor. Não saber como se vestir em determinadas ocasiões é horrível.
Na pizzaria, ocupamos uma mesa grande, éramos cerca de 13 pessoas. Eu me sentei em uma das extremidades da mesa, logo não consegui manter diálogo com todos. Durante a refeição, recebi uma ligação de um número desconhecido. Eu atendi o celular e a pessoa do outro lado da linha iniciou uma conversa utilizando uma vozinha estranha. A pessoa não se identificou e ficava pedindo que eu imitasse um galo, um pedido muito esquisito. Para falar a verdade, eu sei imitar uma galo; inclusive, teve um episódio na época da faculdade em que eu imitei um galo dentro de um elevador, na companhia das minhas amigas. Voltando à ligação, a pessoa insistia em me fazer imitar a ave. Eu estava com vergonha de fazer isso na frente dos meus colegas, mas não fazia ideia de quem estava do outro lado da linha e queria saber até onde aquela história ia dar. Eu ficava repetindo para a pessoa misteriosa que não podia fazer aquilo na presença dos outros, que estava em um local inapropriado. Meus colegas perceberam minha agitação ao telefone e começaram a exclamar frases como: "Eh, Nawilly! Tá falando com algum cueca!", todos prestavam atenção em mim, acho que rolaram alguns comentários maldosos, até que eu acabei imitando um galo na frente de todo mundo! Depois disso, a pessoa que estava na ligação passou o telefone para uma amiga minha da faculdade, Amanda. Ela me disse que a pessoa misteriosa era a mãe dela. A mãe da minha amiga me passou um trote. Nós duas rimos muito disso. Depois que meus colegas descobriram minha incrível habilidade galinácea, eles começaram a bater palmas e a cantar parabéns para mim, nem era meu aniversário, achei tudo divertido.
Aconteceram várias coisas neste meu primeiro emprego, coisas muito boas e coisas ruins também. Penso que as lembranças ruins não anulam as boas, por isso gosto de ficar lembrando. Acho que não devemos esquecer que as partes ruins existem, mas por que se apegar ao que nos faz mal? Boas mesmo são aquelas lembranças que nos fazem sorrir sozinhos e deixam nossos olhos brilhando. Gosto deste tipo de recordação. Minhas memórias parecem um álbum de fotografias dentro da minha cabeça, com páginas e mais páginas; é legal folhear.
Na pizzaria, ocupamos uma mesa grande, éramos cerca de 13 pessoas. Eu me sentei em uma das extremidades da mesa, logo não consegui manter diálogo com todos. Durante a refeição, recebi uma ligação de um número desconhecido. Eu atendi o celular e a pessoa do outro lado da linha iniciou uma conversa utilizando uma vozinha estranha. A pessoa não se identificou e ficava pedindo que eu imitasse um galo, um pedido muito esquisito. Para falar a verdade, eu sei imitar uma galo; inclusive, teve um episódio na época da faculdade em que eu imitei um galo dentro de um elevador, na companhia das minhas amigas. Voltando à ligação, a pessoa insistia em me fazer imitar a ave. Eu estava com vergonha de fazer isso na frente dos meus colegas, mas não fazia ideia de quem estava do outro lado da linha e queria saber até onde aquela história ia dar. Eu ficava repetindo para a pessoa misteriosa que não podia fazer aquilo na presença dos outros, que estava em um local inapropriado. Meus colegas perceberam minha agitação ao telefone e começaram a exclamar frases como: "Eh, Nawilly! Tá falando com algum cueca!", todos prestavam atenção em mim, acho que rolaram alguns comentários maldosos, até que eu acabei imitando um galo na frente de todo mundo! Depois disso, a pessoa que estava na ligação passou o telefone para uma amiga minha da faculdade, Amanda. Ela me disse que a pessoa misteriosa era a mãe dela. A mãe da minha amiga me passou um trote. Nós duas rimos muito disso. Depois que meus colegas descobriram minha incrível habilidade galinácea, eles começaram a bater palmas e a cantar parabéns para mim, nem era meu aniversário, achei tudo divertido.
Aconteceram várias coisas neste meu primeiro emprego, coisas muito boas e coisas ruins também. Penso que as lembranças ruins não anulam as boas, por isso gosto de ficar lembrando. Acho que não devemos esquecer que as partes ruins existem, mas por que se apegar ao que nos faz mal? Boas mesmo são aquelas lembranças que nos fazem sorrir sozinhos e deixam nossos olhos brilhando. Gosto deste tipo de recordação. Minhas memórias parecem um álbum de fotografias dentro da minha cabeça, com páginas e mais páginas; é legal folhear.

